IDE Social Hub

Solução

Pesquisa e Inteligência Social

Dados que mostram como as pessoas experienciam a sua organização.

Em revisão editorial. Etapas, durações e condições indicativas descrevem a prática habitual e aguardam validação. As condições concretas de cada projeto são acordadas por proposta.

Pesquisa e Inteligência Social — em detalhe

O problema que resolve

A maioria das organizações decide sobre pessoas com base em duas coisas: indicadores de gestão e intuição de quem decide. Os primeiros dizem quantos entraram e quantos saíram; a segunda raramente coincide com a experiência de quem é decidido.

Falta o que está no meio — porque é que alguém deixou de propor ideias, porque é que um grupo se candidata mas não fica, em que momento a experiência de duas pessoas na mesma função deixa de ser a mesma. Isso não aparece em nenhum sistema, porque nunca foi perguntado.

Para quem é

Concebemos e aplicamos investigações para identificar barreiras, pertença, acessibilidade, segurança, representação e diferenças de experiência entre grupos.

  • Empresas que precisam de uma linha de base antes de desenhar um programa de pessoas.
  • Marcas e eventos que querem compreender a experiência do seu público, e não apenas a satisfação declarada.
  • Instituições e autarquias que precisam de evidência para fundamentar uma decisão ou uma candidatura a financiamento.
  • Organizações abrangidas por obrigações de relato social que não têm os dados que vão ter de reportar.

Quando faz sentido contratar

  • Antes de desenhar um programa — para saber o que corrigir, em vez de adivinhar.
  • Depois de um programa — para saber se mudou alguma coisa mensurável.
  • Quando há uma perceção interna difusa que ninguém consegue quantificar.
  • Quando os números de saída não se explicam pelos números de entrada.
  • Quando é preciso levar evidência a uma direção ou a um conselho.

Como funciona

O desenho vem primeiro e é a parte que mais determina o resultado. Uma pergunta mal formulada produz um dado inutilizável, e isso não se corrige depois da recolha.

A recolha vai onde as pessoas estão — no local de trabalho, no recinto, na comunidade — porque a taxa de resposta e a franqueza dependem disso mais do que de qualquer incentivo.

A análise separa o que é diferença real do que é ruído de amostra, e as limitações metodológicas são escritas ao lado dos resultados. Publicá-las é o que distingue um estudo de um argumento.

Etapas e duração indicativa

Durações indicativas para um projeto de dimensão média. O calendário concreto depende do universo a ouvir e da disponibilidade da organização.

  1. 01Enquadramento1 a 2 semanas

    Definição da pergunta de investigação com a organização, identificação dos grupos a ouvir e das decisões que os dados vão informar.

  2. 02Desenho2 a 3 semanas

    Construção do instrumento, teste com um grupo reduzido, definição do plano de recolha e das regras de anonimato.

  3. 03Recolha2 a 4 semanas

    Aplicação no terreno ou em linha, com acompanhamento da taxa de resposta e correção de desvios durante o período.

  4. 04Análise2 a 3 semanas

    Tratamento, leitura por segmento, identificação de diferenças estatisticamente sustentáveis e redação das limitações.

  5. 05Devolução1 semana

    Relatório executivo, recomendações, plano de ação e apresentação à direção.

Entregáveis

  • Desenho metodológico
  • Questionário ou guião de escuta
  • Plano de recolha
  • Tratamento e análise
  • Relatório executivo
  • Recomendações
  • Plano de ação
  • Apresentação à direção

O que é pedido à organização

  • Um interlocutor único com capacidade de decisão sobre o âmbito.
  • Acesso à lista de participantes ou ao canal de contacto com o público.
  • Comunicação interna a legitimar o inquérito — sem ela, a taxa de resposta cai e enviesa.
  • Disponibilidade para receber resultados que podem contrariar a expectativa inicial.

Confidencialidade, dados e limites

As respostas individuais não são partilhadas com a organização. O que é devolvido são resultados agregados, com um mínimo de respostas por segmento abaixo do qual nenhum corte é publicado — caso contrário, num grupo pequeno, o anonimato é aparente e não real.

O tratamento de dados é definido por escrito antes da recolha, incluindo finalidade, prazo de conservação e responsável.

Uma investigação descreve o que existe. Não substitui a decisão de gestão sobre o que fazer com o que foi encontrado, nem constitui auditoria de conformidade legal.

Aplicação

Inquérito de Pluralidade — Rock in Rio Lisboa 2026

O IDE Social Hub concebeu e coordenou o Inquérito de Pluralidade, recolhendo 5.398 respostas sobre pertença, segurança, acessibilidade, representação e convivência entre diferentes gerações. O caso prova desenho metodológico, investigação de campo, gestão de dados, articulação com parceiros e interpretação de experiência de público.

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