O problema que resolve
Uma organização que contrata fora do país investe em selecionar, em mobilidade e em tempo de chefia. Depois entrega a integração ao acaso: a pessoa chega, recebe acessos e um manual, e presume-se que o resto se resolve.
O que costuma falhar não é competência técnica. É o não dito — como se discorda numa reunião, quanto vale um prazo indicativo, quem se procura quando há um bloqueio, o que significa silêncio numa avaliação. São regras que ninguém escreve porque, para quem já está dentro, são óbvias.