Instrumento do Observatório
Autoavaliação IDE — Pessoas, Impacto e Longevidade
A sua organização está preparada para o país que Portugal já é? Quinze perguntas devolvem um número, um nível descritivo e o ponto cego que ninguém lhe aponta em reunião.
O instrumento
Um instrumento introdutório que se cita em reunião
A Autoavaliação IDE — Pessoas, Impacto e Longevidade não é um formulário disfarçado. É um instrumento, com nome próprio e critérios explícitos, que devolve uma posição — Ausente, Declarativo, Estruturado ou Estratégico — que a pessoa que responde pode levar para dentro da organização e usar como ponto de partida de uma conversa difícil.
As perguntas não medem intenção. Medem prática: quem responde formalmente pelo tema, que dados existem, que orçamento está reservado para medir, o que acontece quando um programa falha, e o que a organização sabe sobre as pessoas com mais de 50 anos — dentro e fora das suas equipas.
É deliberadamente desconfortável em alguns pontos. A escala tem quatro respostas e nenhuma delas é o meio-termo.
3 minutos
Quinze perguntas, uma por ecrã. Pode voltar atrás a qualquer momento.
4 respostas possíveis
Escala sem ponto médio. Não há a opção confortável de ficar a meio caminho.
0 campos de contacto
O resultado aparece no ecrã sem pedir nada. O email só é pedido depois, se o quiser.
O que é medido
Três eixos, cinco perguntas cada
A pontuação de cada eixo aparece separada no resultado. É quase sempre no desequilíbrio entre eles que a conversa começa.
Diversidade, equidade e inclusão
Quem responde pelo tema, que dados existem sobre as pessoas e o que muda nos processos por causa deles.
5 perguntas
Impacto e medição
Se a organização mede o que promete, com que orçamento, e o que acontece quando os resultados não aparecem.
5 perguntas
Longevidade 50+
O que a organização sabe — e faz — sobre pessoas com mais de 50 anos, dentro e fora das suas equipas.
5 perguntas
Os quatro níveis
O resultado é convertido para uma escala de 0 a 100.
Ausente
0 a 24 em 100
O tema ainda não entrou na agenda de decisão.
Declarativo
25 a 49 em 100
A organização comunica mais do que mede.
Estruturado
50 a 74 em 100
Há processos. Falta consequência.
Estratégico
75 a 100 em 100
A organização decide com dados.
Se lhe pedissem hoje a prova de tudo o que a sua organização já disse sobre inclusão, o que é que conseguia entregar?
O teste
Responda como a organização é, não como gostaria de ser
15 perguntas. Nenhum campo de contacto. O resultado aparece no fim, de imediato.
Pergunta 1 de 15
Eixo: Diversidade, equidade e inclusão
O que recebe
Primeiro o resultado. O email, só depois — e só se quiser.
No ecrã, sem deixar nada
- O score global, de 0 a 100, e o nível descritivo.
- Uma pontuação separada para cada um dos três eixos.
- O seu maior ponto cego, derivado das duas respostas mais fracas.
- Três recomendações concretas para os próximos 90 dias.
- Uma pergunta final que a organização deveria saber responder.
Se pedir o relatório desenvolvido
- A leitura do resultado eixo a eixo, com o que costuma estar por trás de cada lacuna.
- Uma lista de verificação de ação, para usar internamente.
- As perguntas que faltam fazer — as que não cabem num teste de três minutos.
O pedido é feito no fim do resultado, em três campos, com consentimento explícito e finalidade declarada. Nada é subscrito automaticamente.
Antes de começar
Perguntas frequentes
- Quanto tempo demora a responder?
- Cerca de três minutos. São quinze perguntas, uma por ecrã, com quatro respostas possíveis, e pode voltar atrás sempre que quiser.
- Tenho de deixar o email para ver o resultado?
- Não. O resultado aparece no ecrã, completo, sem pedir nada. O email só é pedido depois, e apenas se quiser receber o relatório desenvolvido.
- As minhas respostas ficam guardadas?
- Não. A pontuação é calculada no seu navegador e as respostas viajam apenas no endereço da página de resultado, que é seu e só chega a terceiros se o partilhar. Se no fim pedir o relatório desenvolvido, o código do resultado segue com esse pedido — só nesse caso, e só depois de o consentir.
- Quem, na organização, deve responder?
- Quem tem visibilidade sobre pessoas, dados e orçamento: direções de recursos humanos, de sustentabilidade, de marca ou de comunicação. Responder com honestidade vale mais do que responder bem.
- O resultado substitui um diagnóstico?
- Não. É um instrumento de autoavaliação: mostra onde estão as lacunas mais prováveis e o que fazer nos noventa dias seguintes. Um diagnóstico trabalha com os dados reais da organização e com as suas pessoas.
Quer o mesmo diagnóstico feito com os dados reais da sua organização?
Isto é uma autoavaliação. Um diagnóstico trabalha com as suas pessoas, os seus dados e o seu contexto.